18 de fevereiro de 2010

have u heard about it?

não sei, realmente não sei, o que se passa na minha cabeça. são intransponiveis as barreiras que nos cercam, mas eu continuo tentando o impossivel, dando tiros no escuro pra ver "qualé que é".
já parei com o discursso de que "eu sou diferente" porque isso não cola mais. estou tentando mais o seguinte:
"eu sou louco"


é, deve ser loucura o que se chama isso. se não inventaram um nome ainda, me liga.
loucura de se achar completamente preocupado com o futuro e esquecer do presente, de planejar e ter sonhos que eu mesmo destruo, loucura de não abrir totalmente o coração, e quando o fazer, abrir a porta errada, que vai me levar a um destino de dor e sofrimento.

but that's what love really is, don't you know?

é loucura, é perdição, é tomar tapa na cara e achar que ta tudo uma maravilha. é sofrer, é chorar, é se perder num caminho sem volta. eu sei, eu amei. e não me venha com a palhaçada de que "não era amor, era momento" porque quando se sente o que se sente, você sabe. pode amar 1 vez na vida, ou 127, não interessa. você sabe, você come merda, o pão que o diabo amassou pela pessoa, pra ve-la com um sorriso nos labios, mas sabem como é: it's never enought.

ai a pessoa se torna fria, manipuladora e mesmo quando está completamente apaixonada não da o braço a torcer de maneira alguma. o que é que dizem? "nossa, mas como ele
é ruim".
não se trata de ruindade. nunca se tratou.
se trata de cuidar do que é seu. ou do que você quer pra si. uma vez li uma coisa que me deixou intrigado: você não se lembra de quem te deu bom dia. mas lembra perfeitamente de quem te mandou a merda de verdade.

e essa é a real. ninguém trata o amor como ele deveria ser tratado: como um sentimento.
tudo rola no sentido de troca. "eu te dou o meu, e vc me devolve da mesma maneira".
quando isso acontece, é ai que tudo se perde. perde o tesão, perde a linha.

o duro é ser como eu sou: cego. não no sentido literal, mas no sentido de que "se eu quero ter, eu faço de tudo."

pois é, tenho ciume até do que não me pertence. tenho tendencias socias meio requintadas para não dizer "retardadas". mas é o que nos difere que interessa não é?

eu gosto do que me assusta, do que normalmente eu não posso ter. mas pra que me contentar? quem se contenta assume a própria falta de objetividade e de força para lutar.

eu não me contento, não importa a quantidade de empecilhos. só me vejo parado, quando não tem mais jeito. ou algo muito forte me impede, ou eu simplesmente canso das injustiças que acontecem.


cometo algumas, é fato. mas quem sou eu? sou só mais um cara, que sofre, que chora, que pode ter merda na cabeça mas que tem MUITA vontade de se expressar, de amar, de querer bem.

sou de opostos. ou eu fico perdidamente apaixonado, ou se eu vejo que não é por ai, prefiro ficar sozinho. alguns me veem como vilão, mas não entendem meu ponto de vista.
odeio fazer outros de palhaço. quando vejo que to fazendo cagada ja, prefiro ficar sozinho a atrasar a MINHA vida e a de alguem mais. posso ser a pessoa mais errada do mundo, mas ninguém pode me culpar por ser espontaneo.

tento ao máximo coisas que me aproximem de quem eu quero, e vou querer, e quero querer. se eu não quiser, serei um idiota. um completo imbecil.






so, if you try harder, you get harder. than you can tell me what love is, cause i don't believe anymore in "Mariah Carey" stuff!




-get close or go home.

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